O Trabalho final que tem como objetivo mapear um Processo do Curso de Especialização – Lato Sensu da
Universidade de Brasília, o de I Curso
de Gestão em Tecnologia da Informação com o objetivo maior de entender o
fluxo documental que nele se insere, logo depois com a análise diplomática e
tipológica do processo, nós tentamos então ampliar a visão
sobre o processo.
Hoje vamos responder a atividade extra proposta pela monitora Cíntia, primeiro vamos assistir ao vídeo...
E algumas questões foram levantadas, e são elas:
"Sabemos que as informações não são verídicas e o vídeo satiriza este tipo de jornalismo que "cria" as notícias. Pois é! Mas suponhamos que o vídeo fosse realmente de um programa jornalístico, mesmo sabendo que as informações são inverídicas, haveria informação arquivística? Ou seja a reportagem deveria ser arquivada? Por que? Segundo ponto, sabendo que se trata de um programa de humor que satiriza o jornalismo, temos informação arquivística?"
O conceito de documento de arquivo que nosso grupo já ouviu diversas vezes e que é muito conhecido pela arquivologia é o de Marilena Leite Paes (1997), que diz que documento de arquivo "é aquele que, produzido e/ou recebido por uma instituição pública ou privada, no exercício de suas atividades, constitua elemento de prova ou de informação" e ainda “aquele produzido e/ou recebido por pessoa física no decurso de sua existência.”
No caso da reportagem, ela é sim documento arquivístico, pois ele prova a existência de uma atividade realizada por alguém. No caso, pode ter sido uma empresa humorística que realizou tal atividade. Esse e diversos outros vídeos estarão no arquivo dessa empresa, até porque esta é a atividade-fim desse produtor arquivístico. Mesmo se fosse uma empresa jornalística a reportagem seria um documento de arquivo, porque ainda assim provaria a realização de uma atividade por seus funcionários.
Muitas vezes reportagens e vídeos são divulgados com informações inverídicas, mas isso não quer dizer que eles não sejam autênticos, nem mesmo que não sejam documentos de arquivo. Mesmo as reportagens e vídeos que não tenham conteúdo verídico podem ser considerados documentos de arquivo pelo seu produtor, pois esses podem provar onde foi produzido, quem produziu, como foi produzido e diversas outras coisas.
Até a próxima!
Referência:
Paes, Marilena Leite. Arquivo: Teoria e prática – 3ª Ed. – rev. ampl. Rio de Janeiro: Editora Getúlio Vargas, 1997.
Com a atividade relâmpago proposta, vamos a um desafio...
Risco de fraude: diplomas sem controle. Ninguém fiscaliza os cursos e certificados usados como títulos em seleções?
“A GAZETA denunciou a oferta de um curso de pós-graduação em Educação, da Faculdade Ateneu, localizada em Vila Velha, que poderia ser concluído em apenas cinco dias. Para garantir o certificado como se o aluno tivesse cursado às 360 horas obrigatórias, a data de matrícula poderia ser retroativa. Os alunos matriculados informavam que estavam em busca de um diploma visando a prova de títulos de um concurso público também da Sedu. O investimento total do aluno para o curso era de apenas R$ 850, parcelados em até três vezes. Na ocasião, a instituição negou as informações alegando que os alunos teriam entendido errado”
A reportagem Retrata uma realidade infelizmente identificada em muitos lugares do Brasil. Muitas vezes pessoas sem formação vêem como a maneira mais fácil de ter um diploma e acabam comprando em empresas que fornecem. A nossa questão é:
A pessoa que comprou esse diploma e foi aprovada no concurso sua aprovação foi verídica e/ou autêntica?
Se essa pessoa for pega, existe alguma legislação que trata desses acontecimentos?
Primeiramente gostaríamos de nos apresentar, somos um grupo formado por quatro estudantes do curso de arquivologia Danyella, Jéssica, Luis e Yago.
E este blog foi criado a partir da disciplina que estamos fazendo nesse 2º semestre de 2012, Diplomática e Tipologia documental, para a nossa aprendizagem e algumas curiosidades. Escolhemos um tema e no decorrer do tempo nós vamos abordar o estudo dos documentos e algumas curiosidades pertinentes à área de Pesquisa e Pós-graduação da UnB.
A Pós-graduação em qualquer área da UnB é coordenada pelo Decanato de Pesquisa e Pós-graduação (DPP), e ele supervisiona e apoia o ensino, objetivando formar profissionais de alto nível, tendo em vista o crescimento e disseminação de conhecimentos para o desenvolvimento científico, tecnológico, artístico e cultural.